
Os dados são da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher. Uma moradora da cidade, que preferiu não se identificar, relatou as agressões.
"Ele já vinha me agredindo outras vezes, brigamos. Nós separamos, ele pediu uma chance, mas ele tornou de novo a fazer a violência, aí eu tive coragem de denunciar. Ele foi preso, saiu, não cumpriu com a medida protetiva e agora ele foi preso novamente".
O aumento nos números pode estar ligado a uma mudança na lei Maria da Penha, que agora prevê punições mais severas para os agressores que descumprirem as medidas protetivas. O agressor que desrespeitar, responde a um novo inquérito.
"Hoje ele vai responder pelo procedimento inicial, os autos que originaram a denúncia e também pelo descumprimento da medida protetiva. É novo inquérito, é novo processo que ele vai responder", explicou a delegada Tania Cunha.
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