
O militar é conhecido em Palmas por publicar vídeos polêmicos nas redes sociais. Em abril deste ano, por exemplo, a Justiça determinou que Neusivan retirasse conteúdos de sua página no Facebook depois de pedido do governador Mauro Carlesse (PHS), que se sentiu ofendido com os comentários.
O pastor também se envolveu em outra polêmica ao pegar um radar móvel utilizado na fiscalização viária de Palmas e colocar o objeto no porta-malas do próprio carro.
Em 2018, o cabo da PM entrou em luta corporal com homens da guarda metropolitana de Palmas em um cruzamento da avenida Teotônio Segurado. A confusão ocorreu porque ele estaria gravando um vídeo sobre um acidente ocorrido no local.
O advogado Indiano Soares, que representa a Associação dos Praças Militares do Tocantins, afirmou que não há motivos para a prisão do militar, que está na reserva da PM, e vai entrar com um pedido de habeas corpus – liberdade - junto à Justiça Militar.
"A PM já tinha tentado prender antes, fazendo uma determinação para ele não sair de Palmas. Nós entramos com HC [habeas corpus] e foi deferido a liberdade dele ir e vir. Agora vamos propor um novo pedido e acredito que o juiz vai deferir porque não há motivo para essa prisão", informou o advogado.
Antes de ser levado para a carceragem do 1º BPM o pastor gravou um vídeo na porta do IML de Palmas falando sobre a prisão. "Não matei ninguém, não roubei ninguém. Sou pastor, tenho endereço fixo e sou pai de família [...] Eu não sou político, apenas um pastor e um capo da polícia militar. Não entendo porque estão me prendendo hoje," afirmou.
G1 Tocantins
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