
A Polícia Federal cumpre na manhã desta sexta-feira (3) dez mandados na segunda fase da operação Krank. As investigações apuram irregularidades na contratação de uma empresa para a execução do programa federal ProJovem Urbano no Tocantins. A suspeita é de que o grupo causou um prejuízo de R$ 200 mil aos cofres públicos.
São nove intimações, além de uma ordem de busca e apreensão. Os mandados estão sendo cumpridos por 20 policiais federais em Palmas, Paraíso do Tocantins, Miracema do Tocantins, Araguaína e Marabá (PA). Todos foram expedidos pela 4ª Vara Federal de Palmas.
As investigações da PF apontam que houve direcionamento na contratação de uma empresa pela então Secretaria de Juventude do Tocantins, extinta pelo governo do estado, além da contratação de funcionários fantasmas.
Há indícios de que a máquina pública foi utilizada para atender demandas da empresa. Além disso, notas fiscais ideologicamente falsas teriam sido utilizadas para justificar despesas do programa. A primeira fase da operação foi realizada em abril e apontou que o prejuízo pode passar de R$ 200 mil.
O ProJovem Urbano busca elevar a escolaridade de jovens com idade entre 18 e 25 anos, por meio da conclusão do ensino regular e realização de cursos. Além disso, concede um auxílio financeiro mensal aos jovens atendidos.
A operação recebeu o nome de Krank e se refere ao personagem principal do filme “Ladrão de Sonhos”. Os investigados devem responder por fraude e dispensa indevida de licitação, peculato e coação de testemunha.
G1 Tocantins
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