
O Governo do Tocantins já tinha confirmado um caso desta mesma variante em fevereiro. Na época, o paciente era um dos que foram transferidos de Manaus (AM) para Palmas quando o sistema de saúde do Amazonas entrou em colapso. Por esse motivo, foi considerado um caso importado, sem transmissão local.
Quando houve a primeira confirmação, a própria SES tinha informado que estava analisando amostras de outros pacientes que vieram de Manaus para o Tocantins e também de funcionários do Hospital Regional de Porto Nacional.No caso dos pacientes manauaras, a investigação era parte do protocolo sanitário para o tratamento deles. Já em Porto Nacional, o que chamou a atenção foi um surto da doença de rápida transmissão entre os servidores, o que levantou a possibilidade de uma variante do vírus. Os resultados destes exames ainda não foram divulgados.
Em todo o país, no mesmo boletim epidemiológico do Ministério, foram confirmados 1.925 casos de variantes do coronavírus, sendo que em 1.851 casos a variante identificada é a P1, do Amazonas. Os maiores números de casos do tipo são no própria Amazonas, com 687 casos e no Rio de Janeiro, com 159 casos.
Em março, uma pesquisa feita pela Universidade Federal do Tocantins (UFT) encontrou seis linhagens diferentes do vírus SARS-CoV-2. O estudo foi feito a partir das coletas aleatórias realizadas em fevereiro para medir o nível de infecção entre os moradores. Entre as seis sequencias genéticas encontradas, duas são da variante que surgiu no Amazonas.
A SES não informou que os casos estão recebendo algum tipo de acompanhamento especial e se são importados ou de transmissão local. Também não disse quantos casos suspeitos ainda aguardam exames ou estão sob investigação no estado.
Mín. 21° Máx. 28°





