OS NOVOS PREFEITOS E OS DESAFIOS DOS PROXIMOS QUATRO ANOS.
OS NOVOS PREFEITOS E OS DESAFIOS DOS PROXIMOS QUATRO ANOS.
06/01/2021 às 17h42Atualizada em 06/01/2021 às 20h42
Por: Antonio reis
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Foto: Reprodução
Redação / Gazeta do Bico [audio mp3="https://gazetadobico.com.br/wp-content/uploads/2021/01/Podcast1.mp3"][/audio] Os pequenos municípios, por falta de estruturas, tanto econômicas, quanto humanas e sociais, deixam a desejar quanto ao socorro da população, população essa, que encontra nas gestões a única forma de acesso aos recursos médicos para sua sobrevivência Em novembro os brasileiros foram às urnas para escolher os prefeitos que conduzirão os destinos da população pelos próximos quatro anos. As eleições municipais marcam um novo — e desafiador — compromisso de lideranças locais com a mitigação de problemas enfrentados diariamente em municípios do País. Muito mais evidentes e graves diante dos efeitos da Pandemia do Novo Coronavirus. Os reflexos da pandemia, dizem especialistas, pode tornar o próximo mandato dos prefeitos um dos mais difíceis dos últimos tempos, principalmente os menores. Cabendo a estes, portanto, definirem os rumos das políticas públicas municipais de socorro a população, e para isso, devem buscar fontes para viabilizar ações que visem minimizar os efeitos da pandemia junto a população desassistida dos municípios longínquos do país Tornar melhor a vida das pessoas em cada uma das cidades brasileiras será o desafio dos novos prefeitos que assumiram seus mandatos em 1º de janeiro de 2021. Entre os temas de destaque está a saúde e educação, que ganharam ainda maior repercussão devido ao contexto da pandemia de covid-19. A saúde se encontra em um patamar preocupante, diante uma cultura do povo de que o pior já passou. Especialistas afirmam que a doença ainda vai demorar ser controlada e o desafio dos prefeitos é conciliar medidas de contenção da doença e o aquecimento da economia, além da educação que segundo alguns especialistas, vem sofrendo retrocesso devido ao estudo online, já que nem todos tem acesso aos meios tecnológicos para um aprendizado eficaz. Outra questão desafiadora, é a chegada da vacina, assunto que nos últimos dias vem causando discussões acaloradas entre os especialistas, governo e sociedade. O governo federal responsável pela compra e distribuição das vacinas, através do Sistema Único de Saúde (SUS), vem se mostrando, ineficiente para uma logística tão grande, já que são quase 6 mil municípios dentro do território brasileiro. O Território do Estado do Tocantins denominado Bico do Papagaio, está localizado no extremo norte do Estado e é composto por 25 municípios: Aguiarnópolis, Ananás, Angico, Araguatins, Augustinópolis, Axixá do Tocantins, Buriti do Tocantins, Cachoeirinha, Carrasco Bonito, Darcinópolis, Esperantina, Itaguatins, Luzinópolis, Marilândia do Tocantins. Esses municípios terão grandes desafios, são carentes de recursos e precisam de um olhar mais humanizado das autoridades de saúde do Estado do Tocantins, portanto cabe aos prefeitos se organizarem e buscarem junto as autoridades Estaduais e federais, recursos que seja suficiente para imunizar suas populações, assim que a vacina for disponibilizada pelo Ministério da Saúde e não esperar a boa vontade dos organizadores em nível nacional e estadual. Esses municípios em sua maioria apresentam economia pouco desenvolvida e com grande dependência dos recursos do tesouro estadual, e para reforçar o caixa para construção de obras e implementar a questão da saúde, as emendas parlamentares são de fundamental importância para a economia desses municípios. No ano de 2020, ano atípico por causa de pandemia, os prefeitos receberam muitos recursos e que nem sempre esses recursos foram gastos de forma legal, infelizmente alguns se apoderaram do dinheiro e deixaram a população sem assistência, portanto cabe aos prefeitos eleitos cobrar das administrações anteriores os recursos que foram disponibilizados para a saúde, aos reeleitos que cumpram com seus deveres de aplicar os recursos de forma correta e que a população não seja prejudicada pela irresponsabilidades dos gestores. Quero destacar aqui também o papel das câmaras de vereadores que terão que fiscalizar os recursos e contribuir para que a administração funcione e cumpra o seu papel de legislar para que a população seja atendida de forma eficaz. Por: Professor Barros / Gazeta do Bico
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