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Em Palmas-Policia Federal investiga grupo suspeito de causar prejuízo de R$ 15 milhões em fraudes com criptomoedas

Em Palmas-Policia Federal investiga grupo suspeito de causar prejuízo de R$ 15 milhões em fraudes com criptomoedas

09/11/2022 às 09h25 Atualizada em 09/11/2022 às 12h25
Por: Antonio reis
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Carro da Polícia Federal em Palmas — Foto: PF/Divulgação
Carro da Polícia Federal em Palmas — Foto: PF/Divulgação

Investigados prometiam rendimentos entre 5% e 30% para as vítimas investirem. Mandados foram emitidos pela Justiça Federal e estão sendo cumpridos em Palmas.

Mandados de busca e apreensão foram cumpridos nesta quarta-feira (9) pela Polícia Federal em uma operação que investiga supostas fraudes envolvendo criptomoedas. O grupo prometia rendimentos de até 30% do capital investido e pode ter causado um prejuízo de até R$ 15 milhões.

São cinco mandados de busca sendo cumpridos em Palmas. Todas as ordens foram expedidas pela 4ª Vara Federal da Seção Judiciária do Tocantins.

A ação foi chamada de Operação Cripta e busca aprofundar as investigações sobre um grupo que estava captando recursos para supostos investimentos em criptomoedas.

Segundo PF, os investigados prometiam rendimentos entre 5% e 30%, mas não possuíam autorização Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ou do Banco Central do Brasil (BCB) para realizarem as operações financeiras anunciadas.

A investigação começou após denúncias de que o grupo estava captando recursos, mas não revelava às vítimas como eram feitos os investimentos. Os investidores sequer conseguiam saber se as operações com criptomoedas realmente ocorriam.

Apesar disso o grupo chegou a fazer o pagamento dos rendimentos aos investidores, inclusive emitindo nota fiscal para o suposto serviço. Os investigados também ostentavam bens de alto valor para dar mais credibilidade ao suposto negócio.

A PF informou que os investigados poderão responder pelos crimes de induzir investidor a erro, operação irregular de instituição financeira, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. As penas somadas podem chegar a 20 anos de reclusão e multa.

O nome da operação faz referência à palavra 'Cripta', que significa esconder-se. O termo tem relação com as criptomoedas, quanto à sistemática do negócio que era escondida dos investidores.

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